4º periodo

Vou explicar um pouco sobre o projeto que infelizmente não consegui acabar.

O tema escolhido foi disfunções neuromotoras relacionadas à Síndrome de Down.

Não foi fácil porque antes de tudo, fazer um projeto integrador  requer ajuda e tempo, no qual acabei fazendo apenas uma parte, o tema que escolhemos é um tema de disfunções neuromotoras relacionadas a pessoas com síndrome de Down, que exige muito Conhecimento e acompanhamento para alcançar resultados. 

Ao longo do mês, fui informada e aprendendo sobre o que era a Síndrome de Down, sobre como ela afeta as pessoas e como podemos ajudar as pessoas a continuarem com seu dia a dia, me ajudou a descobrir e amar o trabalho e a dedicação que os profissionais têm e as famílias que acompanhar essas pessoas.
Tive ajuda de uma fisioterapeuta da cidade de Puerto Iguazu-Argentina, que me ensinou a lidar com pacientes que têm essas disfunções, no começo não foi nada fácil, tem que aprender a ter muita paciência e me adaptar os tempos que tem cada um para desenvolver suas atividades. mais no final das contas o amor que eu recebeu de cada pessoa foi uma satisfação incrível.

Vou explicar um pouco sobre o que é a síndrome de Down ou trissomia do cromossomo 21, é caracterizada como uma síndrome genética onde os indivíduos possuem 1 cromossomo a mais, tendo um total de 47 ao invés de 46.
 As pessoas com síndrome de Down possuem características físicas específicas, que incluem hipotonia, também podem ter problemas associados a doenças cardíacas, distúrbios endocrinológicos, disfunções imunológicas e respiratórias, leucemia e obesidade, o que pode levar ao diabetes e ao hipotireodismo.

Buscando como a fisioterapia pode auxiliar essas pessoas, descobri que ela pode atuar no desenvolvimento motor dos pacientes, buscando melhorar a coordenação motora, postura e equilíbrio. Pessoas com Síndrome de Down são capazes de realizar qualquer tipo de movimento como qualquer outra pessoa. só requer mais aprendizado e dedicação. 
Os exercícios previstos na fisioterapia, podem contar com aparelhos específicos, mais também com ou lúdicos, que podem ser por meio de jogos, além de auxiliar no desenvolvimento motor, também pode favorecer o desenvolvimento cognitivo e afetivo.

A ideia que tive ao realizar este projeto foi acompanhar pacientes com síndrome de Down, com o fin de aplicar um plano fisioterapêutico para promover um melhor desenvolvimento neurológico das pessoas.

o estudo é um estudo observacional e experimental, com pacientes de todas as idades, o que consegui obter no local onde realizei os acompanhamentos foram 6 meninos entre 25 e 40 anos, que três não conheciam as cores, não sabiam diferenciar objetos e não prestavam muita atenção. Os atendimentos no forom não local do Instituto Esperanza em Puerto Iguazu-Argentina, os acompanhamentos serão realizados duas vezes por semana durante dez dias, ocorrendo nas segundas de 09:00 às 10:00 da manhã, e nas sextas das 08:00 às 09:00: 00 da manhã, com o objetivo de aplicar um plano terapêutico com o consentimento dos profissionais, onde poderemos aplicar uma série de exercícios como obstáculos e jogos de memória para o desenvolvimento motor e cognitivo de pessoas com síndrome de down.

a verdade é que foi uma pena não ter terminado o projeto, pois como não foi um tema escolhido por mim, não me interessou muito, mas acabou me ensinando muitas coisas boas, muitas coisas que eu nunca imaginava que a fisioterapia poderia trazer coisas boas para a vida dos pacientes com Síndrome de Down. 

A fisioterapia é uma etapa muito importante no tratamento de pessoas com Síndrome de Down, principalmente se for iniciada nos primeiros meses de vida, ela auxilia na hipotonia, que é o que acontece quando há pouca força muscular, a fisioterapia auxilia no fortalecimento do músculos.
melhora o desenvolvimento motor, pois as pessoas podem ter dificuldade em realizar atividades, como caminhar, correr e sentar. também no desenvolvimento do equilíbrio, ajuda na estabilidade articular, melhora o equilíbrio e aumenta o controle corporal.

 Também é muito importante entender e foi uma das primeiras coisas que observei ao ensinar as atividades para as crianças, foi que cada um tem seu tempo e sua compreensão das coisas.
Aprendi que a fisioterapia tem que trabalhar com uma equipe multiprofissional, para um melhor desenvolvimento das pessoas. como nutricionista por causa da obesidad, fonoaudióloga, psicóloga e terapeuta ocupacional. O mais importante é a ajuda da família, com perseverança, apoiando-os e dando-lhes a força necessária para continuar com os tratamentos. 

resenha 2•

vou explicar porque foi escolhido o tema do nosso projeto

O nosso projeto foi de dor femoropatelar em atletas amadores de futebol, mais vamos ver o qual e a definição. A dor patelofemoral (ou femoropatelar) se caracteriza por ser sentida na frente do joelho, ou então uma dor profunda ou difusa, que tipicamente é pior para movimentos de agachamento e subidas ou descidas de planos inclinados ou escadas. Pode haver piora ao se mover depois de deixar o joelho muito tempo parado na mesmo posição, como quando sentado em viagem de carro ou avião.

A população que a gente procurou foram jogadores de futebol, foi fácil porque meu pai joga no clube, e ele me falou que muitos dos companheiros dele tinha queixa de dor no joelho, então achamos que seria uma boa ideia trabalhar com eles, ajudando na redução das dores e fortalecendo a anatomia do joelho, com o objetivo que eles possam seguir jogando sem dores.

também achamos bem a aplicação de kinesio Tapping para fixar a patela e que ajude na redução da dor, mais infelizmente nao conseguimos aplicar por causa que o campo onde eles faziam o treino era aberto, e nos dias que a gente tinha que ir choveu e atraso muito nosso projeto.

Antes de ir no campo aplicar os exercícios, aplicamos um questionário, para nos termos a noção de quantas são as pessoas com queixa de dor, uma coisa que não esperávamos era que muitos dos atletas já tinham feito cirurgias por diferentes patologías no joelho, o que primeiramente ficou difícil porque umas das nossas contraindicações eram não ter cirurgias, mais no decorrer do projeto apareceram outros jogadores que não tinham feito cirurgias e tinham moléstias no joelho, no primeiro dia alongamos e aplicamos exercícios de fortalecimento antes do jogo e no final alongamos de novo para que os jogadores possam sair com menos dor após o jogo.
No final, obtivemos resultados muitos ótimo, a dor dos atletas diminuiu muito em relação aos primeiros atendimentos, o que deixo os atletas mais satisfeitos de jogar com tranquilidade e sem dores.

esse projeto foi muito bom e gratificante, ver como os jogadores nos perguntavam que mais eles podiam fazer em casa para ajudar mais rápido na redução das dores e poder continuar jogando, como eles se interessavam nos exercícios, e também tinham muitos outros que ja tinham realizado operações por causa do joelho mais eles queriam saber outras formas que nos poderíamos ajudar a eles. Para mim foi de muito aprendizado este projeto, como uma patologia pode limitar ate deixar de que as pessoas possam fazer as atividades que gostam e saber que nos fisioterapeutas podemos ajudar e podemos fazer que eles voltem a suas atividades diarias sem dores e com uma alegria e muito gratificante pra mim.

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